Há ser humano que se alimenta da soberba, do egocentrismo, da vaidade e da ambição, numa necessidade patológica de grandeza e valorização. Há ser humano que se delicia em bater orgulhoso no peito bradando o próprio nome, com espírito altivo, considerando-se sempre melhor que todos os outros, merecendo mais do que não merece. Exige respeito, reconhecimento, poder, status, atenção para a mais maravilhosa criação dos céus: ele mesmo. Soberba ao estacionar o veículo. Egocentrismo ao trancá-lo e deixá-lo onde não deve ficar. Ironia extremosa ao entrar na Catedral. Aos outros, a extremosa humildade!
* Texto e foto (20/12/2017): Eitel Teixeira Dannemann.